
Como produzir um programa infanto-juvenil de qualidade? Quais as principais diferenças entre a produção de um programa de ficção e a de uma não ficção? Quais os riscos de uma transmissão ao vivo? Como é o bastidor de um programa infantil?
Estas e outras questões serão tratadas durante a palestra gratuita “Como se pensa e se faz um programa de televisão?”. O assunto será apresentado hoje (sexta-feira), 25, a partir das 16h30, pela jornalista carioca Beatriz Rosenberg, especializada na área de entretenimento e educação infantil. A produtora desenvolveu na TV Cultura, onde atuou por 32 anos, os programas Castelo Rá-Tim-Bum, Glub-Glub, Cocoricó, Turma da Cultura, X-Tudo e Vila Sésamo.
A discussão faz parte da programação do 5° Festival de Jovens Realizadores de Audiovisual do Mercosul, que prossegue até amanhã, 26, no Cine Metrópolis, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
Beatriz Rosenberg é formada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP) e tem Mestrado em Telecomunicações na San Diego State University, Califórnia. A jornalista trabalha como consultora em projetos dirigidos para crianças e adolescentes e escreveu o livro para adultos “A TV que Seu Filho Vê” (editora Pandabooks) e a série infantil Cocoricó Coleção Primeira Vez (editora Globo).
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